15 novembro 2011

Flavia De Luce e o Teatro das Marionetes


Detalhes:
Nome Original: The Weed That Strings the Hangman's Bag
Autor: Alan Bradley
Editora: Benvirá/ Editora Saraiva
Nº de Páginas: 328
Categoria: Romance Policial/Suspense
Ano: 2011
Número da Edição: 2
Encadernação: Brochura
Dimensões
Altura: 25 cm
Largura: 18 cm
Profundidade: 2 cm





Resenha:
"Flavia de Luce e o Teatro das Marionetes" é o segundo livro da série "Flavia de Luce Mysteries" do autor Alan Bradley. Mas se você não tiver lido o primeiro, não tem problema! Não é uma continuação de "Flavia de Luce e o Mistério da Torta", como nas aventuras de Poirot, o detetive de Agatha Christi, um livro não tem ligação com o outro.

Para saber mais sobre a personagem, Flavia de Luce, clique aqui.


O livro começa com Flavia deitada no pátio da Igreja de São Tancredo imaginando seu enterro. Se as pessoas chorariam, quem iria em seu funeral e quem sentiria sua falta. 

Flavia Sabina de Luce, 1939 - 1950
Uma donzela a qual não havia ninguém para louvar
E muito menos para amar.
pág. 13

Flavia tem uma audição aguçada, e enquanto estava lá pensando ouviu um som. Era alguém chorando. Vinha da parte noroeste do pátio da igreja, no cemitério.
Como é uma menina curiosa, Flavia foi espiar. Era Nialla, a ajudante de Rupert Porson, um famoso titereiro que tem eu próprio programa de televisão.

A van em que Nialla e Rupert viajam havia quebrado. Por isso o vigário ofereceu o salão paroquial para que Rupert fizesse um show a fins de arrecadar dinheiro para concertar sua van.
No dia o salão ficou lotado de crianças e adultos. Todos ansiosos pela apresentação de "João e o Pé de Feijão".

"João parecia estar olhando para cima quando, com um ruído retumbante, o gigante despencou do céu e esborrachou-se no chão.
Por alguns momentos o monstro ficou se contraindo espasmodicamente de modo horrível, um fio de sangue cor rubi escorrendo do canto da boca, a cabeça pavorosa e os ombros enchendo o palco de fagulhas, enquanto a fumaça e pequenas chamas erguiam-se em anéis inclementes do cabelo e do cavanhaque ardentes. Mas os olhos sem vida que me olhavam sem ver para os meus não eram aqueles do gigante articulado Galligantus. Eram os olhos vidrados e morimbudos de Rupert Porson.
E então todas as luzes se apagaram."
pág. 142

Rupert fora eletrocutado quando puxou a alavanca que liberava Galligantus no palco. Fora um acidente ou uma armadilha? Flavia, mais uma vez, resolve descobrir o que se passa por trás disso. Uma pista leva a outra, um suspeito a outro assassinato, e assim se forma uma ligação de mortes em datas diferentes com uma certa ligação entre si. Flavia junta sua inteligência e sua lógica para solucionar esses problemas.

O livro é incrível. Desde o começo ao fim. A relação entre os "assassinatos" foi muito bem criada. Para mim o Alan Bradley deveria ser considerado uma "Agatha Christie" dessa geração e a Flavia um mini-Poirot, como disse antes.
Eu sempre comparo os dois pois ambos tem um certo "dom" em observar os mínimos detalhes que é impressionante. Eu sei que são apenas personagens, mas mesmo assim precisam ser notados.

Adorei a história, pois além de ter uma trama muito bem feita, você não consegue parar de ler.

Onde Comprar:
Clique aqui para ler o 1º capítulo.
Desenho que eu fiz imitando a capa do livro

Trechos retirados de "Flavia de Luce e o teatro de Marionetes - Alan Bradley"




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